Português - concursos - exercícios com respostas



a) É correta a disposição (...) de abandonar os planos de seu antecessor para descentralizar os recursos investidos na área expressa uma causalidade;
b) Distribuir pouco dinheiro a muitos centros pode equivaler a desperdiçar toda a verba constitui um paradoxo;
c) A pulverização das verbas pode atender a interesses populistas de políticos tem o sentido de compromissos populares;
d) (...) cabe ao poder público colocar suas fichas em projetos com maior possibilidade de oferecer retorno tem o sentido de ir de encontro a;
e) Não se trata de ser contra a descentralização como conceito tem o sentido de em tese.

2. (FDC – Professor de Português II) Assinale a única frase que se completa com a segunda forma entre parênteses:

a) Os culpados __________ as leis. (infringiram / infligiram)
b) O ___________ do senador termina no próximo ano. (mandado / mandato)
c) Não saia, pois a chuva está ___________. (iminente / eminente)
d) Ladrão foi apanhado em __________. (flagrante / fragrante)
e) Os requintes de educação caracterizam um perfeito ___________. (cavalheiro / cavaleiro)

3. (Esaf – MPU – Analista) (Adaptada) Qual grupo de frases abaixo apresenta uma frase que não está gramaticalmente correta?

I. Quando surgiu Euclides da Cunha, nossa literatura podia enumerar grandes nomes pertencentes ao “sistema” de que falei há pouco. / Quando surgiu Euclides da Cunha, nossa literatura podia enumerar grandes nomes pertencentes ao “sistema” de que faz pouco falei.
II. No Brasil, a nacionalidade e a literatura formaram um “sistema” interessantíssimo, que a cerca de trezentos anos desenvolve-se. / No Brasil, a nacionalidade e a literatura formaram um “sistema” interessantíssimo, que há cerca de trezentos anos se desenvolve.

Português 9º ano - Conjunções - Exercícios com respostas (gramática contextualizada)


VEJA TAMBÉM:
Exercícios sobre CONJUNÇÕES com respostas - 9ºano

Leia este texto, de Carlos Drummond de Andrade: 

Maneira de amar

O jardineiro conversava com as flores, e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza. 
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida. 
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira de trabalho. 
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do homem. "Você o tratava mal, agora está arrependido?" "Não, respondeu, estou triste porque agora não posso trata-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia disso, e gostava." 

Carlos Drummond de Andrade 

1. Observe as personagens descritas no texto. O jardineiro possui sensibilidade e delicadeza de sentimentos. 

a) Que ações da personagem comprovam isso? 
b) As flores gostavam dele? Justifique sua resposta com elementos do texto. 

2. Quando o jardineiro foi embora, as flores se culparam por não terem persuadido o girassol a mudar de atitude. Entretanto, o girassol era o que mais sentia a ausência do jardineiro. 

a) O jardineiro sabia a razão de o girassol tratá-lo mal? Justifique sua resposta. 
b) Na sua opinião, existem entre os homens pessoas que têm uma maneira de amar parecida com a do girassol? Existem pessoas que sabem disso e compreendem essa maneira de amar? 

Comparação e personificação - exercícios com respostas (9º ano)


Leia:

D. Zina aproximou-se do hóspede: 
— Seu Amaro — disse ela, maternal — parta o bolo e divida com os outros. Não seja esganado. 
Riu com simpatia. Amaro arrancou as velas do bolo e pô-las de lado. Pegou duma faca e olhou para a dona da pensão. 
— Eu queria que a senhora me ajudasse... Não tenho jeito para essas coisas... 
D. Zina socorreu-o, partindo o bolo em fatias iguais, que distribuiu entre os hóspedes. 
Amaro olhou melancolicamente para o pedaço que lhe tocara. Observou quase divertido que tinha sido dos menores. 
— Minha Nossa Senhora! — exclamou D. Zina. — O senhor é o dono do bolo e ficou com a fatia menor! 
— Não se incomode, D. Zina, não faz mal. 
A vida fora para ele um grande bolo, de aspecto gostoso, cheio de velas coloridas. No fim lhe tocara a fatia menor. Mas por felicidade ele não era guloso. Contentava-se com pouco. Chegara à perfeição de desejar só uma coisa: a sua tranquilidade, a sua paz. 

(VERISSIMO, Erico. Um lugar ao sol. 36. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.)

1. Nesse texto há mais do que uma comparação, há uma metáfora resumida nestes termos: "A vida fora para ele um grande bolo". A metáfora se constrói sobre uma comparação implícita, o que significa dizer que há semelhanças entre a vida da personagem e um grande bolo. Então, com base no texto, explique as semelhanças entre esses dois elementos. 

Casos em que se usa próclise - exemplos com tirinhas


1. O pronome é atraído por palavras de sentido negativo.

Na tira de Hagar, o advérbio "não" justifica a próclise do pronome oblíquo "me". 


2. Os advérbios atraem o pronome .

No terceiro quadrinho da tira, o uso do advérbio de tempo "já" faz com que ocorra a próclise do pronome oblíquo lhe. 


3. Conjunções e locuções subordinativas atraem o pronome.

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