EJA - Etapa II - Atividades de interpretação com textos pequenos e simples


ATIVIDADE 1

LEIA.

Festas juninas
As festas juninas são realizadas no mês de junho, para comemorar os dias de Santo Antônio (dia 13), São João (dia 24) e São Pedro (dia 29). Renato e Célia resolveram fazer uma festa no dia de São João. Depois da festa, Renato escreveu o seguinte, no seu álbum: “Ontem, eu e Célia fizemos uma festa em comemoração ao dia de São João. Nós enfeitamos o quintal de nossa casa com bandeirinhas coloridas, feitas de papel de seda.
Mamãe fez docinhos de abóbora, de batata – doce, cocadinhas, pés-de-moleque, e canjica. Papai cuidou das pipocas, do amendoim torrado e dos refrescos. Os convidados chegaram, todos vestidos de caipira. Todos brincaram, correram, dançaram quadrilha, ouviram música. Enfim, todos nós nos divertimos muito. Depois de todos terem comido e bebido à vontade, a festa terminou. Gostei muito da minha festa junina!

RESPONDA
a) Quem organizou a festa? 
b) Quais os santos festejados no mês de Junho?
c) Como as pessoas se vestiam? 
d) O que se encontrava, no local, para comer?
e) A mãe do personagem ficou responsável por quais tarefas?
f) E quais foram as tarefas do pai?

ATIVIDADE 2

LEIA.

A árvore de Jaqueline
Jaqueline é uma menina pobre que não tem muitos brinquedos. Seu pai trabalha limpando as ruas e sua mãe é costureira em uma fábrica. Toda tarde, depois de fazer os deveres da escola, ela corre para brincar na árvore que tem em frente a sua casa. A árvore vive carregada de laranjas. Jaqueline vende as laranjas da árvore para as professoras de sua escola e o dinheiro dá para sua mãe.

a) Quem são os personagens da história?
b) Qual é a profissão do pai e da mãe de Jaqueline?
c) O que Jaqueline faz quando chega da escola?
d) Qual foi a solução que Jaqueline encontrou para ajudar seus pais?


ATIVIDADE 3

LEIA.

As duas mulheres e o céu
(conto africano)

No começo dos tempos, a distância entre o céu e a terra era bem pequena: não passava da altura de uma girafa.
Certo dia, numa aldeia africana, duas mulheres estavam com os seus pilões amassando grãos de trigo.
As duas não paravam de falar. Era uma fofoca atrás da outra. Uma delas, empolgando-se muito com o falatório, levantou o pilão tão alto que fez um furo no céu.
— Aiiiiiiiiiiiiiiiiii! – gritou o céu.
Tão animadas com a conversa, estavam as duas mulheres, que não ouviram o grito.
Acontece que não parou por aí. O espaço celeste começava a ganhar furos e mais furos porque as duas mulheres, de tão empolgadas com a conversa, não perceberam que seus pilões rasgavam o céu, que continuava a gritar.
Lá em cima, o tapete azulado chorou, berrou e nada adiantou. Finalmente, tomou uma decisão:
— Assim não dá mais, vou me afastar da terra o máximo que puder.
Subiu, subiu o mais alto que pôde. Quando chegou lá no topo do mundo, sossegou:
— Aqui está bom. Ninguém mais vai conseguir me furar.
Todos os furos que as duas mulheres fizeram nunca mais foram fechados. Os africanos dizem que esses furos podem ser vistos diariamente durante a noite: são as estrelas do céu.

BRENMAN, Ilan. “As narrativas preferidas de um contador de histórias.”

MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA

1. Qual é a principal intenção do texto:
a) Defender uma opinião sobre o surgimento do universo.
b) Explicar o surgimento das estrelas do céu.
c) Dar informações sobre o céu.
d) Apresentar o continente africano.

2. Qual o principal fato que motivou a história?
a) “[...] duas mulheres estavam com os seus pilões amassando grãos de trigo.”
b)  “As duas não paravam de falar.”
c)  “Era uma fofoca atrás da outra.”
d)  “Uma delas...levantou o pilão tão alto que fez um furo no céu.”

3. No trecho: “— Aiiiiiiiiiiiii ! — gritou o céu.”, a reação do céu ao furo foi apresentada por meio de:
a) Um verbo que exprime dor.
b) Um substantivo que exprime dor.
c) Uma interjeição que exprime dor.
d) Um adjetivo que exprime dor.

4. O céu começa a resolver o problema quando:
a) chora e berra muito.
b)  decide afastar-se da terra o máximo possível.
c) sobe o mais alto que pode.
d) chega ao topo do mundo.